Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009





O bigode está mesmo na moda: Sarney, Bela, a feia e agora Belchior. O cantor de "mustache"e voz inconfundíveis, personagem sempre homenageado pelos calouros do programa Raul Gil está desaparecido. Isso mesmo. Segundo familiares o compositor de "Paralelas" e "Como nossos pais" sumiu da face da Terra. E nem venha com piadinhas do tipo: "Ele foi ao barbeiro aparar o bigode e foi sorterrado pelos cabelos cortados" .


Hipóteses não faltam para o sumiço, principalmente, dos engraçadinhos de plantão. Há quem diga que Belchior fugiu após o vencedor do reallity show "A fazenda" ter dito que investiria o prêmio de R$ 1 milhão em música. O cantor teria ficado com medo de Dado Dolabella lhe pedir uma música para o novo álbum ou pior: querer regravar algum sucesso "belchiano". Outros garantem que viram um maluco bigodudo brincando de Titatic e gritando no Cristo Redentor: "No Corcovado, quem abre os braços sou eu".

Mas apesar de todas essas "pistas", uma coisa deve ser questionada: como ele conseguiu desaparecer se é um cara conhecido nacionalmente como um "latinoamericano sem dinheiro no banco"?E outra, se mesmo influenciado pela prova do Aprendiz Universitário ele tivesse pedido dinheiro no saguão do aeroporto para comprar a passagem, deveria ter sido barrado em algum aeroporto europeu, acusado de chegar lá ilegalmente e provavelmente, já teria sido deportado. Afinal, ele é brasileiro.


O fato é que essa polêmica em torno do cantor, serviu para apontar uma tendência curiosa: a megalomania que um tufo de cabelo em cima da boca e debaixo do nariz provoca. A história mostra isso: Hitler, Sarney, Marlene Mattos, Mercadante. Todos eles tinham ou tem o centro do mundo no umbigo e se acham "Deuses."Belchior não fugiu à regra e sua letra de "Paralelas" mostra isso:


1-"Copacabana, o mar sou eu" - claro traço de megalomania de Iemanjá;

2 -"No Corcovado, quem abre os braços sou eu" - megalomania de Cristo Redentor;

3-"E no escritório em que eu trabalho/ e fico rico/ quanto mais eu multiplico" - megalomania de Sarney.


Por isso, é bem provável que ele, usando de má fé por portar um bigode protuberante, tenha ido bater ponto lá no Senado. Deve ser essa a surpresa que a família diz que ele está preparando para os fãs: um dueto de bigodes com o presidente da Casa. A música de trabalho será: "Poderes Paralelos (Executivo, Legislativo, Judiciário e Conselho de ética)." O primeiro verso já está na boca do povo: "Brasil, o Senado sou eu". Afinal, todos sabem que nesse país política dá mais dinheiro que música. Nós filhos sabemos disso, assim "Como nossos pais."









1 reais:

Weber disse...

Divulga essa joça pelamor, tu escreve bemdimáis!!!!